RSS

Arquivo da categoria: art taylor

HotBeatJazz 10′ Series – Jazz Workshop Volume One – Tombone Rapport DLP5 (1953)

No verão de 1953 uma Jazz Workshop foi organizada pelo Putnam Central Club, no Brooklin, e pelo contrabaixista Charles Mingus. O objetivo era viabilizar o encontro de vários músicos para tocarem suas composições e também obras de novos compositores. Entre os músicos que participaram estavam Max Roach, Thelonious Monk, Art Blakey, Horace Silver e muitos outros. Uma das sessões foi gravada pela Debut Records, de propriedade de Mingus, e neste 10 polegadas podemos ouvir parte do material produzido da reunião de quatro tormbonistas top do jazz: J. J. Johnson, Kai Winding, Benny Green e Willie Dennis, com o suporte da seção rítmica formada pelo pianista John Lewis, o contrabaixista Charles Mingus e o baterista Art Taylor. Este primeiro volume foi centrado na jam acontecida nesta apresentação e se propõe a mostrar o clima de relaxamento entre os músicos nestas reuniões.

 

O álbum abre com a composição de Denzil Best, Move, apresentada em up-tempo. O primeiro a solar é J. J. Johnson, em uma impro melódica e estimulante. Benny Green executa dois choruses repletos de energia antes das participações de Winding e Willie Dennis. Os quatro executam o tema em unísono antes do encerramento. A balada Stardust é veículo para uma lírica interpretação de Benny Green, em uma das mais belas leituras deste clássico realizada ao trombone. Yesterdays, de Jerome Kern, tem a mesma ordem dos solos de Move, com J. J. Johnson interrompendo o início e pedindo um andamento mais acelerado. John Lewis executa um belo solo e mostra seu sempre competente estilo no acompanhamento dos solistas.

 

Trombone Rapport, é uma das mais importantes reuniões de trombonistas do jazz moderno, tendo sido relançado diversas vezes em formato LP 12′ e também em CD.

 

Willie Dennis, Bennie Green, J. J. Johnson, Kai Winding (tb); John Lewis (p); Charles Mingus (b); Art Taylor (d)
“Putnam Central Club”, Brooklyn, NY, September 18, 1953

 

1- Move
2- Stardust
3- Yesterdays

http://ouo.io/NTL6M

Anúncios
 

HotBeatJazz 10′ Series – Lou Donaldson Quartet / Quintet – New Faces New Sounds 10’LP BLP 5021 (1952)

O saxofonista Lou Donaldson faz parte da imensa quantidade de músicos de jazz que aperfeiçoaram seus talentos durante o período da II Grande Guerra Mundial. Servindo na Marinha, Lou pôde desenvolver-se no saxofone alto enquanto integrande de uma das inúmeras banda da corporação. Nascido na Carolina do Norte em 1926, filho de um pastor e de uma professora de música, Lou iniciou na clarineta tomando lições com a própria mãe. Em 1944 entra para o serviço militar e lá passa a ganhar experiência em tocar com orquestra. Foi por esta época que ele sofreu a profunda influência de Charlie Parker e Dizzy Gillespie, aprendendo rápidamente a sintaxe bop, e chegando inclusive a tocar com a banda de Gillespie quando esta se apresentou em Greensboro. Encorajado pelo próprio Gillespie, Lou foi pra NYC em 1950 e cumpriu o vestibular de todo aspirante a partícipe da cena jazzística, tocou em vários clubes em incontáveis jams: Minton’s, Birdland, Le Downbeat e The Paradise. Nesses locais pôde tocar com grandes nomes da cena como: Charlie Parker, Bud Powell, Sonny Stitt, entre outros.

 

Em 1952, Lou já contava com um contrato com a Blue Note, gravadora onde gravaria dezenas de álbuns durante toda sua longeva carreira. Fazendo parte da série New Faces New Sounds, Lou gravou duas sessões com meses de intervalo a frente de um quarteto na primeira e de um quinteto na segunda data. O quarteto contava com a participação de um amigo feito nos estúdios de gravação, o pianista Horace Silver; o contrabaixista Gene Ramey e o baterista Art Taylor. Para esta data foram escolhidos dois originais: um de Silver, Roccus; e um blues de Lou, Lou’s Blues; ao lado de dois standards: Cheek To Cheek e The Things We Did Last Summer.

 

Na segunda sessão, a do quinteto, ao lado de Lou e Silver estão: o jovem talento do trompete Blue Mitchell, e a mais requisitada cozinha de NYC, Percy Heath e Art Blakey. No repertório: Sweet Juice, de Horace Silver; o blues Down Home; os standards The Best Things In Life Are Free e If I Love Again.

 

Esta sessão do saxofonista Lou Donaldson, mostra grandes momentos de puro bebop e é uma oportunidade de perceber os primeiros momentos do estilo que dominaria a segunda metade da década de 50, o hardbop.
Lou Donaldson (as) Horace Silver (p) Gene Ramey (b) Art Taylor (d)
WOR Studios, NYC, June 20, 1952

 

Blue Mitchell (tp -6/8) Lou Donaldson (as) Horace Silver (p) Percy Heath (b) Art Blakey (d)
WOR Studios, NYC, November 19, 1952*

 

1- Roccus
2- Lou’s Blues
3- Cheek To Cheek
4- The Things We Did Last Summer
5- Sweet Juice*
6- Down Home*
7- The Best Things In Life Are Free*
8- If I Love*

 

 

HotBeatJazz 10′ Series – Art Farmer Quintet featuring Gigi Gryce – 10’LP PRLP 209 (1955)

A segunda sessão de gravação do quinteto do trompetista Art Farmer para a Prestige aconteceu em 26 de maio de 1955. O quinteto havia sofrido alterações em relação ao ano anterior. Ao lado de Art Farmer e do saxofonista Gigi Gryce formavam o pianista Freddie Redd, o baterista Art Taylor e o irmão gêmeo de Art, o contrabaixista Addison Farmer. Quatro composições de GIgi Gryce foram registradas na ocasião.

 

Blue Lights é um blues em tonalidade menor com atmosfera típicamente hardbop. Farmer e Gryce desenvolvem improvisaçãoes que não se afastam em demasia da melodia cativante e de memorização fácil, que nos remete às composições de Oliver Nelson.

 

Capri é uma composição complexa na alternancia de tonalidades em seus 32 compassos porém simples do ponto de vista melódico. Já havia sido gravada pelo sexteto do trombonista J. J. Johnson em 1953, com a participação de Clifford Brown.

 

Social Call é uma das composições de Gryce mais apreciadas e executadas pelos jazzistas. Tema de melodia graciosa e delicada, tem os mais líricos solos da sessão.

 

The Infant’s Song é uma balada dedicada ao recém nascido filho de Bob Weinstock, proprietário da Prestige. Farmer demonstra ser um mestre na utilização do vibrato com bom gosto, um músico com profundo respeito pelas formas expressivas da origem do jazz porém com um lustre moderno e atual.

 

Art Farmer foi durante toda sua carreira um dos mais líricos e técnicos trompetistas do jazz, possuidor de um toque sempre elegante e atual, embora tenha alimentado seu profundo conhecimento nas mais antigas e perenes formas musicais: o erudito e as velhas tradições jazzísticas.

 

Art Farmer (tp) Gigi Gryce (as) Freddie Redd (p) Addison Farmer (b) Art Taylor (d)
Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, May 26, 1955

 

1- Blue Lights (G. Gryce)
2- Capri (G. Gryce)
3- Social Call (G. Gryce)
4- The Infant’s Song (G. Gryce)

 

 

Hank Mobley Quintet – The Jazz Message of Hank Mobley Vol. 2 (1956) (Re-up)

Quando Hank Mobley gravou estas sessões para a Savoy, em 1956, ele ainda fazia parte dos Jazz Messengers, e somente 3 dias após a primeira data destas duas sessões ele participaria de sua derradeira colaboração com o combo que passaria a ser liderado pelo baterista Art Blakey. Viria então uma verdadeira avalanche de gravações para Savoy, e posteriormente a Blue Note, com as quais Mobley se notabilizaria como um dos mais produtivos músicos do período. Sua imensa capacidade de compor temas encheria dezenas de lp’s nos próximos dez anos, até que sua abalada saúde o fizesse diminuir o ritmo de gravações.
Este clássico do hardbop traz Mobley ao lado de músicos vitais para o estilo, em duas formações distintas de quinteto. A segunda data, de novembro de 56, contava com Lee Morgan – então um prodígio de apenas 18 anos, o pianista Hank Jones e o baterista Art Taylor. O contrabaixista Doug Watkins é o único músico presente nas duas datas que formam o álbum. Mesmo que Lee Morgan estivesse nesta época ainda se desenvolvendo como instrumentista, sua postura, excecução e recursos de imaginação, eram já ferramentas dignas de um mestre. O trompetista Donald Byrd, o pianista Barry Harris, e o veterano baterista Kenny Clarke, seriam os parceiros para a gravação realizada em julho. A influência em Mobley dos saxofonistas da era do swing, desde Lester Young até Illinois Jacquet, pode ser claramente percebida nestas faixas. O respeito e entendimento de Mobley para com a era pre-bebop capacitaram-no perfeitamente para o desenvolvimento do estilo de jazz predominante que sucedeu o bebop.
Ao lado de 3 composições originais de Mobley, o repertório traz ainda 1 blues de autoria de Thad Jones e um típico tema hardbop do contrabaixista Doug Watkins. Ao todo, são 32 minutos de jazz proporcionados por músicos de primeira linha no estilo.
Donald Byrd (tp) Hank Mobley (ts) Barry Harris (p) Doug Watkins (b) Kenny Clarke (d) Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, July 23, 1956

 

*Lee Morgan (tp) Hank Mobley (ts) Hank Jones (p) Doug Watkins (b) Art Taylor (d) Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, November 7, 1956
1. Thad’s Blues (T. Jones)*
2. Doug’s Minor B’ Ok” (D. Watkins)*
3. B. For B.B. (H. Mobley)
4. Blues Number Two (H. Mobley)
5. Space Flight (H. Mobley)

 

 

Louis Smith Quintet – Here Comes Louis Smith (1957)

Edward Louis Smith nasceu em 20 de maio de 1931 em Memphis, Tennessee. Aos 13 anos se encontrou com o trompete em uma banda enquanto cursava a High School. Em 48 recebe uma bolsa para cursar a Tennessee State University, onde graduaria em musica. Iniciando sua pós-graduação, transfere-se para a University of Michigan, onde, segundo ele, começa a ter seus mais memoraveis momentos como músico de jazz acompanhando visitantes como: Dizzy Gillespie, Miles Davis, Thad Jones e Billy Mitchell. Convocado para o serviço militar em 1954, encontra-se neste contexto com seu conterrâneo, Phineas Newborn. Dispensado no final de 55, começa a lecionar na Booker T. Washington High School, em Atlanta, Georgia. Declara o próprio Louis Smith: “Meu caminho no idioma jazz é grandemente influenciado por minha ardente admiração pelos saudosos Fats Navarro, Clifford Brown e Charlie Parker. Recentemente tenho tocado com Cannonball Adderley, Percy Heath, Philly Joe Jones, Lou Donaldson, Donald Byrd, Kenny Dorham e Zoot Sims”. “Here Comes Louis Smith” é sua a primeira sessão como líder e está muito bem acompanhado para tal: Cannonball Adderley no sax alto, usando o pseudônimo de Buckshot LaFunke; os pianistas Tommy Flanagan e Duke Jordan se revezando, o contrabaixista Doug Watkins, e o mestre Art Taylor na bateria. Louis havia feito sua estréia em gravações apenas 1 ano antes, em 1956, acompanhando o guitarrista Kenny Burrell, no álbum Kenny Burrell’s Swingin’. Em 57, o produtor Tom Wilson, de Boston, gravaria o master deste álbum, que se chamaria “Transition”, mas não o lançaria comercialmente, vendendo-o a Alfred Lion, da Blue Note, em 1958. Rapidamente Lion assinaria um contrato de exclusividade com Louis e ainda o escalaria para participar de duas sessões na gravadora, de onde sairiam os álbuns “Kenny Burrell’s Blue Lights” e “Booker Little 4 “. Em 58 ainda substituiria brevemente Art Farmer no quinteto de Horace Silver, com quem participaria da gravação ao vivo no Newport Festival. “Here Comes Louis Smith” incia com um bop meio-ligeiro em tonalidade menor, uma homengaem de Louis a seu ídolo e amigo Clifford Brown, “Tribute To Brownie”. O tema é apresentado por um adlib de 30 compassos entre o trompetista e o baterista Art Taylor. Solos inspirados se seguem pelo parkeriano Cannonball, Duke Jordan com sua escola a la Bud Powell, e o inspirado trompetista iniciante se ombreando a seu ídolo e homenageado. Percebam o quanto são especiais o fraseado e o timbre deste trompetista no blues menor “Brill’s Blues”. Cannonball está em seu elemento natural, ele que foi um dos maiores intérpretes de blues surgidos na cena jazzística. “Ande” é uma paráfrase bop de “Indiana”, Louis mostra um domínio técnico só encontrado nos grande mestres, fraseado rápido, inteligente, e perfeito domínio da emissão. O Cannonball desta fase era um músico que supria com grande competência a enorme lacuna deixada pela morte de Charlie Parker. Bop, blues e uma balada são a tríade perfeita pra se testar as capacidades técnicas e expressivas de qualquer músico de jazz. “Stardust” tira qualquer dúvida que porventura ainda permaneça no ouvinte. A leitura de Louis Smith é límpida, emotiva e nada clichê. “South Side” é mais um bop perfeito para as inflexões de Louis e Cannonball, o competente e seguro piano de Jordan é uma constante em toda as faixas que participa. “Val’s Blues” encerra o álbum com o fogo que permeia a todas as faixas, provida em grande parte pelo intenso drumming de Art Taylor. Louis Smith gravou muito pouco em toda sua carreira, dedicou-se intensamente ao ofício de lecionar. Em 2005 sofreu um AVC do qual vem se recuperando com muita dificuldade para recobrar os movimentos e, até mesmo, a capacidade de falar. Esta gravação, sábiamente comprada por Alfred Lion no longíquo 1957, permanece como um dos maiores testemunhos da imensa criatividade e talento deste magnífico músico.
Louis Smith (tp) Cannonball Adderley (as) Duke Jordan (p) Doug Watkins (b) Art Taylor (d)
NYC, February 4, 7
*Louis Smith (tp) Cannonball Adderley (as) Tommy Flanagan (p) Doug Watkins (b) Art Taylor (d)
NYC, February 9, 7
1- Tribute to Brownie (D. Pearson)
2- Brill’s Blues (L. Smith)
3- Ande (L. Smith)*
4- Stardust (H. Carmichael)*
5- South Side (L. Smith)
6- Val’s Blues (L. Smith)*
 

Kenny Dorham Quartet – Quiet Kenny (1959)

O texano de Fairfield foi um músico muito atuante na cena bebop da segunda metade da década de quarenta, tendo atuado na orquestra de Dizzy Gillespie em 1945 e em vários combos bebop ao lado de Fats Navarro, Bud Powell, Sonny Stitt e outros. No final da década substituiu Miles no quinteto de Charlie Parker, com quem se apresentou no Festival de Jazz de Paris. Problemas de saúde relacionados a dependência química o afastaram da música até 1954 quando substitutiu Clifford Brown no quinteto de Art Blakey, ainda com Blakey trabalhou nos Jazz Messengers e montou seu próprio combo Jazz Prophets. Em 1956 substitui novamente Clifford no quinteto de Max Roach em decorrência da morte prematura deste. Na década de sessenta enfrentou sérios problemas de saúde que novamente o afastaram da música tendo retornado à cena em 1966. Faleceu em 1972 devido a insuficiência renal aos 48 anos.
Quiet Kenny é uma gravação realizada em 1959 e conta com uma excelente seção rítmica com o pianista Tommy Flanagan, o baixista Paul Chambers e o baterista Art Taylor. Podemos ouvir um Kenny Dorham maduro musicalmente, projetando as idéias com naturalidade e abandono. Sua composição Lotus Blossom se tornou um clássico do repertório jazzístico, Blue Friday e Blue Spring Shuffle são as outras composições do líder no álbum. Um álbum com tal título não poderia dispensar as baladas e em My Ideal podemos ouvir o lirismo do trompetista de forma límpida. Old Folks tem uma interpretação muito inspirada, Alone Together em andamento lento e I Had The Craziest Dream completam o set de baladas. Um espirituoso Mack The Knife encerra a audição com solo vigoroso de Kenny Dorham e o suporte sempre perfeito do trio rítmico.
Kenny Dorham não teve o reconhecimento merecido de seu valor como artista pelo grande público, não obtendo a mesma popularidade de um Dizzy, Lee Morgan, Clifford Brown, Freddie Hubbard e etc, mas seu estilo melódico e emotivo foi reconhecido pelos músicos, gravando com Thelonious Monk, Sonny Rollins, Tadd Dameron, John Coltrane, Max Roach e até músicos de vanguarda como Cecil Taylor.
Kenny Dorham (tp) Tommy Flanagan (p) Paul Chambers (b) Art Taylor (d) Rudy Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, November 13, 1959
1- Lotus Blossom
2- My Ideal
3- Blue Friday
4- Alone Together
5- Blue Spring Shuffle
6- I Had The Caziest Dream
7- Old Folks
8- Mack The Knife
 
1 comentário

Publicado por em 4 de março de 2009 em art taylor, kenny dorham, paul chambers, tommy flanagan

 

The Prestige All Stars – Tenor Conclave (1956)

Convidamos o leitor a continuar a conhecer as sessões organizadas pelo “boss” da Prestige, Bob Weinstock, no final de 1956. Uma batalha de tenores aconteceu em setembro daquele ano nos estúdios de Rudy Van Gelder. Hank Mobley, John Coltrane, Zoot Sims e Al Cohn protagonizaram um clássico na discografia do jazz, “Tenor Conclave”. Mobley escreveu dois originais especialmente para a ocasião: a faixa título e “Bob’s Boys”. “Just You, Just Me” e “How Deep Is The Ocean” completam os títulos da sessão. O ouvinte tem o prazer de acompanhar a música genial desses quatro músicos tendo toda as informações da estrutura dos temas como: ordem nas intros, nas bridges, nos solos, duração dos mesmos em compassos ou chorus; tudo isto muito bem escrito por Ira Gitler, um dos maiores autores e estudiosos do jazz, nas notas de contracapa. Red Garland, Paul Chambers e Art Taylor completam o combo. Sendo o leitor um religioso ou não, não deverá perder um só segundo desse conclave.
Al Cohn, John Coltrane, Hank Mobley, Zoot Sims (ts) Red Garland (p) Paul Chambers (b) Art Taylor (d)
Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, September 7, 1956
1- Tenor Conclave
2- Just You, Just Me
3- Bob’s Boys
4- How Deep Is The Ocean?